Resumo
Esse artigo descreve a importância de se desenvolver na sala de aula a afetividade, assim como os benefícios que o professor e os alunos terão quando despertarem para uma relação de confiança. Atualmente a indisciplina e a violência é uma constante na sala de aula, e todos que convivem nesse ambiente sofrem com esse comportamento. O professor adoece por não conseguir ter o domínio da turma, e os alunos perdem a oportunidade de desenvolver plenamente a aprendizagem. O desenvolvimento cognitivo desses alunos acaba sendo prejudicado e isso passa a ser um grande prejuízo deixando lacunas que será bastante sentido quando avançarem para outro nível de ensino.
NTRODUÇÃO
Quando pensamos em sala de aula imaginamos um ambiente silencioso, alunos concentrados assistindo exposições de professores sobre algum conteúdo importante de alguma disciplina que será bastante útil na vida dos alunos. Isso nos parece bastante provável ou lógico. Porém, na prática, no dia a dia da escola, as coisas podem ser bastante diferentes. Tudo isso porque estamos falando de coisas dinâmicas que mudam o tempo todo. A educação, que se modifica e é percebida de diferentes formas para cada um dos alunos na sala de aula e de alunos, que são indivíduos únicos. Cada um com sua história, com desejos diferentes, com pensamentos diferentes, com relações diferentes e até mesmo com vivências e questões sociais diferentes.
Falar sobre as emoções humanas, os sentimentos e a afetividade, requer bastante cautela porque cada pessoa tem uma forma de sentir, de expressar, de comunicar o que sente, o que deseja, ou até mesmo o que sonha para seu futuro. De um modo geral, a escola e seus profissionais estão tão preocupados com o futuro que acabam não observando as emoções e os sentimentos dos discentes. Falar de afetividade na sala de aula requer observar diferentes possibilidades de relacionamentos humanos, pois, envolve comportamentos de inúmeros atores que protagonizam esse momento no cotidiano.
A escola é um ambiente público que recebe uma clientela muito diferenciada que devem conviver por muito tempo no mesmo espaço, em momentos diferentes. Essa convivência nem sempre é harmoniosa e ocorrem inúmeros imprevistos. Quando juntamos diferentes níveis de ensino como: educação infantil e fundamental as coisas ainda apresentam novos desafios. Essa rotina apresenta uma grande preocupação e atenção para os funcionários da escola. A preocupação com o bem estar e a segurança dos alunos é constate. funcionários, professores, coordenadores e gestores estão atentos cada minuto do horário escolar para que tudo ocorra bem.
Por que se preocupar com a afetividade? Qual sua importância para as relações que ocorrem no cotidiano da escola? Quais os benefícios que a afetividade pode trazer para todos que compõem o grupo que ali convive? Nesse artigo vamos dialogar a respeito desse tema, pensando numa forma de demonstrar porque a afetividade deve ser mais um desafio a ser enfrentado pelos profissionais e alunos que convivem na escola.
O que é afetividade?
Quando falamos em afetividade, podemos imaginar várias pessoas que se relacionam de maneira gentil, com algumas demonstrações de carinhos, beijos, abraços, apertos de mãos e outros. Na escola não é exatamente assim que ocorre, sim, é possível observar esse comportamento também, mas entre alunos, na maioria das vezes os professores estão sempre atentos para que não haja interpretações erradas com relação a esses comportamentos, e principalmente confusão de sentimentos dos alunos com relação aos professores.
A afetividade entre alunos e professores ocorre principalmente na sala de aula com as atividades desenvolvida pelo professor com os alunos, o respeito mútuo entre todos que compõe aquele ambiente. O professor não é um mero passador de conteúdos ele é também um mediador de relações. É ele que conduz os trabalhos desenvolvidos na sala de aula e também o que divide os grupos, o que trabalha a socialização entre os discentes, o que acalma os ânimos, enfim, se não houver um mínimo de entendimento entre os atores desse trabalho fica bastante difícil desenvolver a aprendizagem desses alunos.
Se o professor é capaz de oferecer uma ajuda efetiva quanto à diversidade das situações de uso, a criança poderá aprender, por meio desse uso, as regras de funcionamento da linguagem escrita. O principal propósito, na nossa experiência, é ajudar os professores na interpretação das respostas das crianças e na programação de situações de aprendizagem. Por isso, antes de discutir o que é que os professores podem e devem ensinar, parece-nos importante saber quais são as dideias e os conhecimentos das crianças e quaisexpectativas podemos ter para proporcionar, depois, situações de ensino-aprendizagem. (TEBEROSKY, 2001, p.15)
A efetividade entre professor e alunos se desenvolve a partir do respeito mútuo onde o aluno realiza as atividades orientados pelo professor, e o professor reconhece o nível cognitivo de seus alunos oferecendo conteúdos e retirando eventuais dúvidas que possa surgir na compreensão dos conteúdo ensinados. O elogio, a chamada de atenção com paciência e gentileza, a orientação tranquila, e a motivação dispensada ao aluno, tudo isso é afetividade encontrada nesse ambiente.
Contexto e realidade da sala de aula
Na realidade, o que encontramos na sala de aula é um pouco diferente do que imaginamos. As condições de trabalho, o acumulado de trabalhos excessivos, a falta de reconhecimento e a falta de material didático nas escolas públicas, são motivos de estresse e adoecimento dos professores, que mesmo sem pretensão, no decorrer diário do trabalho descarregam nas crianças e adolescentes na sala de aula.
Bons professores tem uma boa cultura acadêmica e transmitem com segurança eloquência as informações em sala de aula. Os professores fascinantes ultrapassam essa meta. Eles procuram conhecer o funcionamento da mente dos alunos para educar melhor. Para eles, cada aluno não é mais um número na sala de aula, mas um ser humano complexo, com necessidades peculiares. (CURY, 2003, p. 57)
Muitos desafios podem ser nomeados na sala de aula. Porém, a quantidade de alunos por sala é com certeza um dos maiores desses desafios. Como dá conta da aprendizagem de 35 a 40 alunos numa mesma sala? Imagina um único professor que tenha que realizar várias funções na sala de aula, como: conter os ânimos, corrigir tarefas e fazer o acompanhamento do desenvolvimento da aprendizagem de cada aluno? Realmente as condições de trabalho do docente precisa imediatamente de um apoio mais contundente, onde ele possa desenvolver um trabalho com mais tranquilidade envolvendo todos os discentes e dando conta de perceber o estado emocional do aluno, conversar, orientar e motivar cada um deles na sala de aula.
O palco da mente dos jovens de hoje é diferente dos jovens do passado. Os fenômenos que estão nos bastidores da mente deles e que produzem pensamentos são os mesmos, mas os atores que estão no palco são distintos. A qualidade e a velocidade dos pensamentos mudaram. Precisamos conhecer alguns papéis da memória e algumas áreas do processo de construção da inteligência para encontrar as ferramentas necessárias e capazes de dar uma reviravolta na educação. (CURY, 2003, p. 58)
Bem, mas a visão que queremos debater nesse artigo é a importância da afetividade na sala de aula. Os professores estão sempre tentando manter a harmonia e o desenvolvimento da aprendizagem de seus alunos. E, sim, a afetividade é fundamental nesse ambiente. Além de manter a tranquilidade entre todos, torna o trabalho menos árduo e eficiente.
A educação está falida, a violência e a alienação social aumentaram, porque, sem perceber, cometemos um crime contra a mente das crianças e adolescentes. Tenho convicção científica de que a velocidade dos pensamentos dos jovens há um século era bem menor do que o atual, e por isso o modelo de educação do passado, embora não fosse o ideal, funcionava. (CURY, 2003, p. 59)
A sala de aula requer muitas demandas, o professor deve ficar atento cada minuto da aula para que haja um bom desempenho dos alunos e para que eles se desenvolvam efetivamente, visto que, o único momento que terão oportunidade para seu desenvolvimento cognitivo será mesmo na sala de aula. As atividades desenvolvidas em cada disciplina na sala de aula do ensino fundamental requer do aluno a participação e o interesse em aprender e colaborar com seu próprio crescimento, mas, infelizmente a indisciplina e a indisposição de alguns alunos destoam com a efetivação plena de algumas atividades. Mas por que isso acontece? Vários fatores podem contribuir para que esses fatores ocorram, como as necessidades básicas desses alunos podem não está resolvida, entre elas: a fome, a sede, violências domésticas, dificuldades financeiras, enfim, fatores que de alguma forma atrapalha o bom comportamento desse aluno, ou alunos na sala de aula.
Quando é de conhecimento do professor, essas demandas, é possível compreender e em determinado momento até ajudar esse aluno a lidar com a situação, porque através do diálogo e do acolhimento do professor e da escola, pode-se tranquilizar o aluno e tentar junto com a família encontrar uma solução, quer seja momentânea, quer seja definitiva. A afetividade desenvolvida na sala de aula entre aluno e professor fará com que o aluno até mesmo antes que ocorra o problema, poderá ajudar na resolução do conflito.
Os processos afetivos fazem referências ao como as pessoas trabalham em situações difíceis ou ameaçadoras, o que indica as crenças ou confiança que tem em sua capacidade de manejar a quantidade de estresse e depressão. Ainda que os sujeitos sejam submetidos às mesmas situações estressantes produzidas pelo ambiente, os que creem que podem manejá-las permanecerão imperturbáveis, enquanto aqueles que dizem não poder manejar pessoalmente estas situações vão concebê-las de forma frágil. (PORTILHO, 2009, p.38)
A escola não é apenas um local para onde o aluno vai aprender apenas conteúdo. Ela é também o lugar onde o aluno deve ser recebido, acolhido e amado por todo: professores, funcionários, gestores e outros que habitam aquele ambiente. Ela é também um lugar onde o aluno se sente protegido, e todos os profissionais daquele ambiente devem inspirar confiança e afeto. A necessidade desse ambiente acolhedor, afetivo fará com que a escola alcance seus objetivos plenamente, transformando seus alunos em cidadãos participativos, críticos e felizes.
Emoção e aprendizagem
A emoção faz parte do ser humano, todos nós sentimos emoções e isso não pode ser separado do processo de aprendizagem, pois, a emoção deve ser utilizada como um fator a mais a ser compreendida e trabalhada pelos profissionais da educação. Quando o professor consegue perceber as emoções de seus alunos, ele pode despertar de forma mais eficiente o interesse e a participação dos alunos em sua aula e ainda consegue ter um resultado bastante satisfatório na aprendizagem dos mesmos.
No processo de aprendizagem, encontramos diferentes concepções e teorias que evidenciam os valores e as crenças que norteiam a nossa maneira de ser, pensar, sentir, agir e interagir, muitas vezes, de forma desordenada e confusa. (PORTILHO, 2009, p.15)
A aprendizagem se dá através da cognição com aquisição de conhecimentos e informações passadas pelos professores. Essa aprendizagem se dá através da linguagem e é guardada na memória, utilizando-a novamente em outros eventos posteriores. Segundo Meyer 2019, a memória é a persistência do aprendizado ao longo do tempo por intermédio do armazenamento e da recuperação das informações. Essa definição aponta a indissociação uma da outra e que o processo de formação da memória descreve também o processo cognitivo da aprendizagem.
Para Ausubel, aprendizagem significativa é um processo pelo qual uma nova informação se relaciona com um aspecto relevante da estrutura de conhecimento do indivíduo.Ou seja, neste processo a nova informação interage com a estrutura de conhecimento específica, a qual Ausubel define como conceito subsunçor (subsumer), existentes na estrutura cognitiva do indivíduo. (MOREIRA, 2001, p. 17)
O processo de aprendizagem é contínuo e não se deve pensar que o aluno seja incapaz ou apresente problemas cognitivos porque não conseguiu assimilar determinado conteúdo. O que ocorre em alguns casos é que alguns alunos possuem uma grande facilidade de assimilar conteúdos rapidamente e outros precisam de um tempo maior para adquirir o mesmo conteúdo, pois, os rítmos de aprendizagem são diferentes. Iso é muito bem observado por muitos professores. Podemos ter como exemplo: o professor copia os conteúdos no quadro, a maioria dos alunos começam a copiar junto, alguns terminam exatamente ao mesmo tempo que o professor, outros precisam de mais algum tempo para terminar de copiar. Esse mesmo rítmo pode acontecer quando se trata da aprendizagem, alguns vão compreender muito mais rápido enquanto outros, precisarão de um pouco mais de tempo.
Os professores fascinantes sabem que trabalhar com a emoção é mais complexo do que trabalhar com os mais intricados cálculos da física e da matemática. A emoção pode trnsformar ricos em paupériomos, intelectuais em crianças, poderosos em frágeis seres. Eduque a emoção com inteligência. E o que é educar a emoção? É estimular o aluno a pensar antes de reagir, a não ter medo do medo, a ser líder de si mesmo, autor da sua história, a saber filtrar os estímulos estressantes e a trabalhar não apenas com fatos lógicos e problemas concretos, mas também com as contradições da vida.( CURY, 2003, p. 66)
Quando o professor tem o conhecimento da turma, consegue perceber o comportamento de cada aluno, ele vai adquirindo ao longo do ano letivo mais domínio sobre a turma e o desenvolvimento das atividades se tornam mais simples. Ao compreender os comportamentos desses alunos ele consegue adequar os conteúdos e as atividades a serem desenvolvidas. Daí a aprendizagem passa a ser prazerosa para os alunos, porque a comunicabilidade entre o professor e os alunos está facilitada pela afetividade que desenvolveram ao longo do processo de aprendizagem, isso é visivelmente observado quando os alunos passam a confiar plenamente no professor e tê-lo como aliado e não como inimigo.
O desenvolvimento da aprendizagem do aluno é o principal objetivo do professor que através do planejamento diário busca novas técnicas metodológicas para facilitar a compreensão dos conteúdos. A dedicação, o empenho e a sensibilidade em ajudar na retirada das dúvidas do aluno faz com que os alunos confiem e dialoguem de maneira espontânea com o professor produzindo um ambiente harmônico e abrindo espaço para uma relação baseada na confiança e no respeito mútuo.
Quando a relação de confiança é estabelecida a aprendizagem se desenvolve, os conteúdos são aprendidos, as atividades são resolvidas e se alcança os objetivos. E Essa relação vai perdurar ao longo de muito tempo até depois dos estudos, professor e alunos terão uma convivência harmoniosa mesmo depois que eles terminem os estudos, se conviverem na mesma comunidade, o que é muito comum normalmente.
Experiência exitosa
Podemos afirmar que a experiência em trabalhar com projetos é bastante satisfatória para professores e para alunos. Através do desenvolvimento de projetos é possível estabelecer uma boa relação entre alunos e professores. A necessidade do entrosamento entre professores e alunos é bem melhor trabalhado quando se desenvolve uma atividade mais informal, ou seja, uma aula de campo, um passeio no museu, uma visita a parques, um passeio na comunidade, enfim, quando se quebra um pouco a rotina de sala de aula.
Geralmente os projetos interdisciplinares trazem uma certa flexibilidade aos conteúdos e tornam as aulas mais leves, o engajamento de alunos e professores tornam as aulas mais agradáveis. Geralmente os projetos envolvem duas ou mais disciplinas e é possível juntar todas as disciplinas numa linha de pesquisa coletiva na qual todas as turmas da escola se engajam em apresentar um único tema em diferentes categorias.
Esse trabalho coletivo desenvolve não só o cognitivo dos alunos mas fortalece os laços de amizades entre os alunos, como também entre alunos e professores. A escola se transforma numa grande oficina de atividades e todos acabam espontaneamente contribuindo para o crescimento de todos. A convivência com o desenvolvimento de projetos requer um grande empenho de todos os envolvidos, pois, além das atividades cognitivas há também a colaboração financeira para a compra de materiais para o melhor desempenho do projeto.
A Escola Municipal Professora Terezinha Ferreira Parente tem uma tradição há mais de vinte anos em desenvolver ao longo do ano letivo diversos projetos nas diversas áreas do conhecimento e esses projetos são apresentados em forma de seminários, exposições e apresentações artístticas para o coletivo da escola. Esse projeto é conhecido como SOCCIJ – Semana Olímpica Científica Cultural Infanto Juvenil – durante o ano letivo os professores e a gestão escolhe um tema, esse tema vai para votação de todos, inclusive os alunos, depois de escolhido o tema geral, cada professor com uma turma trabalha um subtema e passa a trabalhar nas diversas categorias: seminário, apresentação artística e exposições nos stands. Paralelamente ao trabalho com o tema, os professores de educação física, desenvolvem uma olimpíada na escola, na qual os alunos participam de várias competições, entre elas: atletismo, carimba, futebol de salão, tênis de mesa e voleibol.
A SOCCIJ é realizada na escola geralmente na última etapa do ano letivo, ocorre durante um mês, pois, entre as pesquisas e as competições o processo de aprendizagem e os trabalhos de sala de aula passam por um processo de modificação total. O s alunos e os professores ficam bastante motivados para as apresentações e existe ainda uma premiação para os melhores trabalhos. Todas as apresentações artísticas , exposições e seminários são utilizados como avaliações e passam por um júri. A dedicação e empenho dos alunos e professores é intensa.
Essa prática na escola é utilizada por todos os professores para desenvolver nos alunos, a busca pelo bom desempenho em pesquisas, motivar as boas relações de convivência, estabelecer regras, descobrir a importância dos trabalhos colaborativos, despertar para as atividades coletivas e transformar a escola num bom ambiente para todos que nela convivem.
O que podemos observar nesse momento da realização da SOCCIJ é o comprometimento e a participação intensa dos alunos e dos professores, a satisfação de mostrar o melhor de si, apesar do nervosismo, das dificuldades materiais encontradas, das discussões e desacordos nos ensaios, nos treinos, o momento da realização das apresentações e competições estão ali, todos tentando acertar, contribuindo e se empenhando ao máximo. A cada realização da SOCCIJ, percebemos a evolução dos trabalhos, a criatividade cada vez mais apurada, enfim, a certeza de um bom trabalho desenvolvido.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
As mudanças na sociedade trazem muitos desafios para a educação. A tecnologia tem sido uma grande aliada no desenvolvimento da educação por proporcionar novos modelos de ensino. Todos estão se adaptando da melhor forma para adquirir de modo mais confortável o conhecimento, porém, as desigualdades sociais são grandes obstáculos na aquisição dessas tecnologias.
Os professores estão cada vez mais precisando de formação, para acompanhar as novas formas de ensinar. O tratamento com os alunos e seus conhecimentos prévios, exige um maior envolvimento do professor. O professor não é mais considerado o detentor do conhecimento como antes. Hoje a relação professor/aluno não é mais aceita como era aceita alguns anos atrás. O professor deve está atento as emoções dos alunos e tentar desenvolver uma inteligência emocional para trazer o aluno para a sala de aula. De repente o que tem fora da escola é mais prazeroso do que o que a escola oferece.
O desenvolvimento da afetividade na sala de aula é uma necessidade há muito tempo, vivenciar a afetividade com os alunos na sala de aula é muito importante e benéfico para os alunos e para o professor, pois, um relacionamento baseado na confiança trará melhorias para todos. Muitos professores ainda mantem um certo distanciamento de seus alunos, entendendo ser o melhor caminho, mas a neurociência já consegue demonstrar que quanto mais se trabalha com a afetividade na sala de aula, melhor se dá o processo ensino-aprendizagem.
REFERÊNCIAS
CURY, Augusto Jorge. Pais brilhantes, professores fascinantes. Rio de Janeiro:2003.
MOREIRA, Marco Antônio. Aprendizagem significativa: a teoria de David Ausubel. São Paulo-Centauro, 2001.
TEBEROSKY, Ana. Psicopedagogia da linguagem escrita. 9 ed.Petrópolis, RJ: Vozes, 2001.
PORTILHO, Evelise. Como se aprende?Estrtégias, estilos e metacognição.Rio de Janeiro: Wak Ed. 2009.
