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Novo Cenário da Educação no Contexto da Pandemia da COVID-19.

1 INTRODUÇÃO

     A pandemia da COVID-19 obrigou o mundo a mudar de maneira rápida a convivência entre as pessoas. O risco de contaminação pela doença, além de veloz, poderia ser fatal para algumas pessoas. A pouca informação a respeito da doença e a falta de remédios para curar a infecção que ela transmitia, levou várias pessoas a se isolar e ficar em quarentena durante vários meses. Esse comportamento necessário naquele momento, mudou drasticamente a forma de comunicação entre as pessoas.  O trabalho passou a ser remoto, os estudos foram adaptados às plataformas de ensino, e alguns empregos que não podiam deixar de ocorrer de forma presencial como os profissionais dos supermercados e das farmácias e dos hospitais, passaram a ter protocolos rígidos de 1domicílios. Os entregadores em transporte próprios como carro, moto ou bicicletas ajudaram a manter as pessoas em casa, principalmente os idosos. Embora isso não tenha sido suficiente para salvar milhões de vidas, o que sabemos é que vários profissionais da saúde e entregadores, se contaminaram e perderam suas vidas, exercendo a profissão.  

     Com a educação não foi diferente, em todos os níveis de aprendizagem, o ensino passou a ser remoto. Muitas das mídias sociais foram utilizadas pelos professores para ministrar aulas para alunos dos mais diferentes níveis, desde o ensino infantil até as universidades. Nas universidades o processo em trabalhar com aulas remotas não foi novidade, pois, o conhecimento de cursos do Ensino a Distância (EaD), já era bastante utilizado em várias universidades, públicas e privadas. O maior desafio se deu no Ensino Médio e no Ensino Fundamental, que o ensino era realizado, cem por cento presencial, e o contato professor aluno se dava em âmbito direto na sala de aula.

     Essa pesquisa descreve quais os cenários da educação no contexto da pandemia de covid 19, como os profissionais da educação realizaram suas aulas e como transmitiram as aulas para seus alunos nesse período. Houve um grande esforço de todos os profissionais que estavam envolvidos na comunidade escolar. Os alunos tiveram oportunidade de estudar mesmo em casa, através das plataformas de ensino e das mídias tecnológicas.

2 A REALIDADE ESCOLAR

     A Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental Professora Fernanda Maria de Alencar Colares, funciona nos turnos manhã e tarde, é uma escola da periferia da cidade de Fortaleza. Ela atende crianças e adolescentes de baixa renda, que necessitam da ajuda do governo para sobreviver. As famílias enfrentam muitas dificuldades financeiras e a maioria dos cidadãos desse local não possuem renda, trabalham fazendo pequenos serviços. Por ser uma comunidade pobre necessitam de muita assistência municipal, estadual e federal.

     A escola é um local de apoio para orientação na busca de ajuda e informações a respeito dos direitos desses cidadãos. Os alunos são bastante carentes, apesar da pobreza, são bastante presentes na escola. O corpo docente e a gestão estão sempre dispostos a acolher e a ajudar a comunidade.

2.1 A PANDEMIA DE COVID 19

     Em março de 2020, recebemos a notícia de que as escolas seriam fechadas por causa da pandemia. Já estávamos acompanhando pelos noticiários a proliferação do vírus pelo mundo, na realidade não acreditávamos que aquele vírus pudesse chegar tão rápido aqui no Brasil. As notícias da China e da Europa eram assustadoras. As pessoas começaram a morrer muito rápido. Algumas pessoas não acreditavam no que viam na televisão.

      Algumas famílias não aceitavam que não tivesse aula, alguns pais diziam que era exagero. Fizemos uma reunião para falar da gravidade do momento e como os alunos permaneceriam estudando de maneira diferente. No início os pais deveriam pegar na escola as atividades impressas e os alunos com o auxílio do livro fariam a devolução das atividades resolvidas. O prazo estipulado foi de uma semana para cada atividade.

     Logo em março algumas pessoas começaram a adoecer. Muitas pessoas começaram a perder seus empregos, as mães de nossos alunos, a maioria trabalhava como diaristas, foram dispensadas. agora outra dificuldade mais séria surgiu. Como essas pessoas iriam se alimentar? Prontamente o prefeito anunciou o auxílio de uma cesta básica para ajudar na manutenção da sobrevivência das famílias. Porém, não foi suficiente, as famílias em sua maioria formada com mais de seis pessoas, eram necessários mais alimentos.

     A escola começou a fazer a merenda escolar e distribuir para as famílias que tinham seus filhos matriculados, todas as escolas da prefeitura de Fortaleza começaram com esse ato, dessa forma amenizou um pouco o sofrimento da falta de alimento. Assim, as ações de ajuda se multiplicaram, surgiram grupos de doações de alimentos para a comunidade e aos poucos a nova realidade foi estabelecida.

3 METODOLOGIA

3.1 Lugar da pesquisa

         Aqui apresentamos o local da pesquisa que foi realizada na Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental Professora Fernanda Maria de Alencar Colares, situada na Rua Professor José Arthur de Carvalho, nº 1540, No Bairro Lagoa Redonda, na cidade de Fortaleza, capital do estado do Ceará. O estado do Ceará tem aproximadamente 9,1 milhões de habitantes, sendo que 1.930.479 reside em Fortaleza. O Ceará é um estado localizado na Região Nordeste do Brasil. É uma cidade com muitas belezas naturais e atrai bastante turistas nacionais e internacionais ao longo do ano.  

3.2 Tipo e abordagem da pesquisa

A pesquisa está baseada no modelo não experimental e tipo descritivo. Na pesquisa descritiva o objetivo é mostrar as características de uma população. Nesse tipo de pesquisa se estabelece uma relação entre as variáveis no objeto de estudo analisado.

A pesquisa descritiva: descrição do objeto por meio da observação e do levantamento de dados ou ainda pela pesquisa bibliográfica e documental.

Das pesquisas descritivas pode-se chegar à elaboração de perfis, cenários etc. A ênfase metodológica pode ser mais quantitativa do que qualitativa. Busca percentuais, médias indicadores, curvas de normalidades etc. (BARROS, 2012, P. 34)

         No modelo não-experimental, as variáveis de interesse do estudo são observadas ou mensuradas como ocorrem naturalmente, não há participação direta do pesquisador. Algumas dessas pesquisas podem ser: Pesquisas de levantamento, em que os próprios participantes respondem questionários ou escalas sobre seus comportamentos, ou pesquisas fundamentadas em observação naturalística.          

         Esta pesquisa classifica-se, do ponto de vista de sua natureza, como aplicada, por objetivar e gerar conhecimentos para aplicação prática dirigida à solução de problemas específicos, envolvendo verdades e interesses locais (SILVA e MENEZES, 2001).  

          A pesquisa é quantitativa e qualitativa, quantitativa porque apresenta os gráficos com o resultado da população participante da pesquisa, e qualitativa porque descreve o campo de atuação dos profissionais pesquisados.          

        De acordo com (MINAYO, 2002) a pesquisa qualitativa “trabalha com um universo de significados, motivos, aspirações, crenças, valores e atitudes, o que corresponde a um espaço mais profundo das relações, dos processos e dos fenômenos que não podem ser reduzidos à operacionalização de variáveis”.    

3.3 População e amostra

            A população participante da pesquisa foram os 42 professores da Escola Municipal de Educação Infantil e Fundamental Professora Fernanda Maria de Alencar Colares.  Através de amostragem não probabilística, pois, a escolha do grupo foi intencional por apresentar características relevantes à pesquisa.  O critério abordado era a apresentação da lotação dos professores na escola pesquisada.

3.4 Questionários

         Os questionários aplicados aos professores foram elaborados pela pesquisadora com o intuito de obter informações a respeito de dados relevantes à pesquisa. O questionário é um instrumento que se utiliza para se obter esses dados.

         Segundo (BARROS, 2012) afirma que o pesquisador, ao elaborar os seus questionários deve ter a preocupação de determinar o tamanho, o conteúdo, a organização e a clareza de apresentação das questões, com a intenção de obter as respostas.

É aconselhável que o questionário não exija muito mais de 15 a 20 minutos para ser respondido. Um questionário muito extenso é desmotivador e pode condicionar respostas muito rápidas e superficiais do informante.

O pesquisador deve ter uma preocupação constante quanto à maneira pela qual as questões do questionário serão redigidas. Da redação e da formatação das perguntas depende em grande parte o sucesso da pesquisa. Uma redação descuidada pode conduzir a sentidos ambíguos e dificuldades de compreensão do que se pretende mesmo saber. É fundamental estar familiarizado com o tipo e nível de linguagem dos sujeitos a serem pesquisados. (BARROS, 2012, p.73-74)

         O questionário é tão somente um conjunto de questões feito para gerar os dados necessários para se atingir os objetivos do projeto de pesquisa. Construir um bom questionário depende não só do conhecimento de técnicas, mas principalmente da experiência do pesquisador.

3.4.1 Como foram elaborados

Os questionários foram elaborados pela pesquisadora e apresenta questões abertas e fechadas.

Classicamente o questionário pode apresentar duas categorias de perguntas, conforme a liberdade em respondê-las: Abertas e fechadas.

As perguntas abertas são aquelas em que a liberdade de resposta é total.

As perguntas fechadas restringem a liberdade de resposta do pesquisado.

Aconselha-se combinar as perguntas fechadas com perguntas abertas, a fim de obter um levantamento mais amplo exaustivo a respeito do assunto pesquisado. (BARROS, 2012, p.75)

         Optou-se por questões abertas e fechadas no sentido de diversificar as respostas e conhecer melhor o trabalho desenvolvido pelos professores em sala de aula.

3.5 A entrevista          

          A entrevista foi realizada por vídeo, os participantes da pesquisa relataram como se sentiam a respeito do ensino remoto, como foi o primeiro impacto ao saber que as aulas seriam realizadas por mídias digitais. A adaptação foi necessária, embora angustiante para alguns no primeiro momento, porém, aos poucos a adaptação foi tranquila. Muitas dúvidas inicialmente, mas muita vontade de acertar, todos colaboraram como foi possível.

          Para alguns autores a grande vantagem da entrevista sobre outras técnicas é que ela permite a captação imediata e corrente da informação desejada, praticamente com qualquer tipo de informante e sobre os mais variados tópicos. (Lüdke; André, 1986: 33-34). A entrevista dirigida em pesquisa é um tipo de comunicação entre um pesquisador que pretende colher informações sobre fenômenos e indivíduos que detenham essas informações e possam emiti-las. (Chizzotti, 1995: 57) … o entrevistado discorre sobre o tema proposto com base nas informações que ele detém e que no fundo são a verdadeira razão da entrevista (…). A entrevista é um encontro entre duas pessoas, a fim de que uma delas obtenha informações a respeito de determinado assunto, mediante uma conversação de natureza profissional. (Lakatos; Marconi, 1994: 195).   

4 ANÁLISE E APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS

Utilizamos na pesquisa como instrumento de coleta de dados, o questionário e a entrevista. A entrevista foi realizada pela pesquisadora com os 42 participantes da pesquisa, professores que estão lotados na Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental Professora Fernanda Maria de Alencar Colares.

O resultado dos questionários respondido pelos professores foi tabulado em forma de gráficos para uma melhor apreciação. Os 42 professores participantes da pesquisa foram submetidos a um questionário de investigação que versava sobre o ensino e a utilização das mídias digitais no ensino remoto desenvolvido no período da pandemia da COVID19.

Gráfico 01 – Experiência como professor

Fonte: Elaborada pela autora

           No gráfico 1, observa-se que os professores atuantes em sala de aula apresentam uma boa experiência. tem algum tempo de experiência. Nota-se que 48% possuem de 11 a 15 anos de experiência, e 27% apresentam mais de 16 anos de experiência em sala de aula.

“Eu comecei na sala de aula cedo, com 18 anos já ensinava nas turmas de infantil e depois fui para alfabetização.” (Ent. 08)

“Quando comecei há uns 20 anos atrás era muito diferente, os alunos respeitavam demais os professores.” (Ent. 11)

“Hoje o ensino é mais completo, eu acho, as crianças aprendem muito ligeiro.” (Ent. 36)

Gráfico 02 – Tempo de professor na escola

Fonte: Elaborada pela autora

           No gráfico 2, observa-se que os professores trabalham na escola já há algum tempo. Nota-se que 41% possuem mais de 16 anos na escola e cerca de 22% têm de 02 a 05 anos na escola.

“Muitos professores já se aposentaram, a nossa escola tem mais de 20 anos.” (Ent. 22)

“Nossa escola já funcionou os três turnos, mas veio uma diretora aí, resolveu tirar o turno da noite.” (Ent. 40)

“Nossa escola já formou muita gente, os pais de nossos alunos hoje, foram nossos alunos” (Ent. 28)

Gráfico 03 – Sentimento quanto ao trabalho com o ensino remoto

Fonte: Elaborado pela autora

           No gráfico 3, observa-se que os professores apresentaram diferentes sentimentos a respeito do ensino remoto. Nota-se que 48% disseram que ficaram preocupados, mas com muita vontade de aprender a utilizar as plataformas do ensino a distância. Para 21% o ensino remoto os deixou muito tranquilo porque já dominavam as plataformas de ensino a distância.

“Eu já fiz muitos cursos à distância e domino as plataformas pra estudar, agora vou adaptar pra ensinar.” (Ent. 30)

“Eu não sei usar nenhuma plataforma de ensino, mas uso o Whats App que é uma beleza.” (Ent. 21)

“Acredito que no começo eu vou me atrapalhar, mas minha colega vai ficar comigo na hora da aula.” (Ent. 09)

Gráfico 04 – Conhecimentos das mídias digitais

Fonte: Elaborado pela autora

           No gráfico 4, observa-se que os professores que trabalham na escola já conheciam algumas das mídias digitais. Para 100% as mídias digitais já fazem parte do cotidiano.

“Eu uso o Whats App direto, inclusive já tinha um grupo com a mãe dos meus alunos, agora o problema é que os alunos não têm celular, só os pais.” (Ent. 08)

“Não sei como vai ser, nunca dei aula nesse online, ligo, atendo telefone, às vezes ligo por vídeo, mas não sei se vai dar certo isso não.” (Ent. 01)

“Acho que se a prefeitura quiser tudo se resolve logo, porque os problemas são muitos, mas a secretária prometeu entregar chip para os alunos, vamos esperar né!” (Ent. 15)

Gráfico 05 – Quanto ao uso das redes sociais no ensino remoto

Fonte: Elaborado pela autora

           No gráfico 5, observa-se que os professores utilizaram algumas mídias digitais para ministrar suas aulas. Cerca de 67% dos professores disseram ter utilizado o MEET para ministrar aulas, outros 6% dos professores disseram ter utilizado o TEAMS para ministrar aulas para seus alunos.

“O MEET é muito fácil para trabalhar, pois nos oferece a possibilidade de colocar Power point e vídeos durante a aula. Os alunos gostam muito de assistir os vídeos.” (Ent. 05)

“Uso demais YOUTUBE escolho aulas e posso utilizar o canal que já tenho, posso deixar as aulas gravadas lá e os alunos assistem quando quiserem.” (Ent. 36)

“Achei muito fácil trabalhar com a mídias digitais, mas o problema é que nem todos os alunos conseguiram acompanhar as aulas ao vivo, recebi muito mais atividades impressas do que pelo e-mail.” (Ent. 40)

5 CONCLUSÃO

          Essa pesquisa é uma pequena demonstração do trabalho realizado na Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental Professora Fernanda Maria de Alencar Colares em Fortaleza, Ceará, no Brasil, durante a pandemia de COVID19 que se instalou em todo o mundo. Os professores tiveram que se adaptar de maneira emergencial para atender seus alunos.

          A escola tem um grupo de 42 professores, uma coordenadora e uma gestora, para atender um total de 920 alunos divididos em dois turnos, matutino e vespertino, sendo, 15 turmas pela manhã com 491 alunos e 13 turmas a tarde com 429 alunos, em turmas de infantil V até 9º ano.

          O primeiro impacto de alguns professores ao saber do ensino remoto foi de angústia por não se sentirem aptos a exercer tal função, mas no decorrer do tempo e pela urgência do trabalho os professores se adaptaram rapidamente e conseguiram envolver seus alunos na nova modalidade de ensino.

          Apesar dos imprevistos, das adaptações do momento, os resultados surgiram e professores e alunos conseguiram vencer, em parte, a ansiedade que os abateu. Atividades foram enviadas aos alunos e respondidas, depois devolvidas. Trabalhos escolares foram realizados, avaliações foram aplicadas e projetos foram desenvolvidos no ensino remoto.

          Foi um tempo de muito aprendizado para todos: alunos e professores principalmente. Sabemos que muitas lacunas ficaram abertas, conteúdos foram reprimidos e alguns alunos não conseguiram alcançar a aprendizagem necessária, mas, são lacunas que deverão ser retomadas tão logo o ensino presencial recomece.

          Esperamos que essa pesquisa seja útil para outros pesquisadores que estão pesquisando o mesmo tema e contribua para o conhecimento de como ocorreu o ensino remoto numa escola de ensino fundamental desde março de 2020 até julho de 2021 na cidade de Fortaleza, quando o mundo teve que se adaptar a modalidade do ensino remoto.

6 REFERÊNCIAS

BARROS, Aidil de Jesus de. LEHFELD, Aparecida de Souza. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. Petrópolis/RJ. Vozes, 2012.

BASTOS, Núbia Maria Garcia. Introdução a metodologia do trabalho acadêmico. Fortaleza: Nacional, 2005.

BOFF, Leonardo. Saber cuidar: ética do humano- compaixão pela terra. 17. Ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 2011.

CAMARGO, Dair A. F. A didática nos cursos de formação de professores: um enfoque piagetiano. Revista da Ande, (9): 43-45, São Paulo, 1985.

COLL, César. O construtivismo na sala de aula. São Paulo: editora ática,            2001.

GOLEMAN, Daniel. Inteligência emocional: a teoria que define o que é ser inteligente. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.

CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa em ciências humanas e sociais. 2. ed. São Paulo: Cortez. 1995.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 1994.

LÜDKE, Menga; ANDRÉ, Marli. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.

MINAYO, Maria C. de Souza. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 6º Ed. Petrópolis: Vozes, 1994.

Silva, Edna Lúcia da. Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação/Edna Lúcia da Silva, Estera Muszkat Menezes. – 3. ed. rev. atual. – Florianópolis: Laboratório de Ensino a Distância da UFSC, 2001.

http://www.pgletras.uerj.br/gtlet/arquivos/Decl_Entrevista_academica_Polifonia8.pdf (Acessado em 25 de agosto de 2021)

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